Por que isto existe
O olho clínico se forma por volume, e volume leva tempo
Um residente aprende a reconhecer hanseníase virchowiana depois de ver algumas. O problema é que ele pode passar meses sem ver nenhuma, e quando finalmente aparece uma, a lembrança da aula já se desfez.
Fotografia clínica resolve metade disso. Você vê cinquenta casos de uma dermatose rara numa semana, o que no ambulatório levaria anos. A outra metade é o esquecimento, e é aí que entra o espaçamento: a dermatose volta antes de você perdê-la.
O objetivo é encurtar a distância entre aprender um diagnóstico e conseguir dá-lo na frente de um paciente.